Além, Quando Muito um Fio de Luz [2025]





Sinopse:
O que nos resta senão a esperança, em tudo… nem que seja num fio de Luz.”
Num tempo de caos, duas mulheres são sentenciadas ao cárcere, uma actriz e uma pianista. É-lhes dado a escolher o local. Escolhem o teatro onde trabalhavam, com a condição de o mesmo estar despojado de qualquer elemento que lembre o mínimo da vida que ali existiu, que ali foi criada. Como uma das personagens diz: “O purgatório como recompensa! A vida como castigo!”
Para onde poderão caminhar as suas palavras, os seus pensamentos. O território aqui é tanto psicológico como espaço viajado pela palavra. Um espectáculo/texto despido de artifícios, despojado cenicamente, o trabalho das actrizes construindo a mais fina filigrana.
Ficha Artística
Texto e Encenação: Pedro Estorninho
Interpretação: Dani Silva, Inês Leite
Música Original: Mariana Mendes
Desenho de Luz e Vídeo: Hugo Valter Moutinho
Figurinos: Inês Galveias
Direção de Produção: Inês Leite
Frente-de-Casa: Nádia Pinheiro, Pedro Ferreira
Montagem e Operação Técnica: Daniel Vasques
Fotografia de Cena: Pedro Ferreira
Design Gráfico: Augusto Pires/Makeup Design
Estrutura Financiada por: Governo de Portugal – Cultura, Juventude e Desporto / Direção-Geral das Artes
Apoios e Parcerias: TMSM, CM Arraiolos, Moagem Ceres S.A., TNSJ, Esmae-IPP, Makeup Design, AJHLP, Maison de Portugal CIUP.
Pôncia [2025]




Ficha Artística:
Texto a partir de “A Casa de Bernarda Alba de Federico García Lorca
Dramaturgia e Encenação: Pedro Estorninho
Interpretação: Ana Pessoa, Clara Nogueira, Catarina Rapazinho, Márcia Gomes
Interpetação Vídeo, Voz Off: Inês Leite
Música Original: Eduardo Baltar Soares
Desenho de Luz, Som e Vídeo
Figurinos: Filipa Malva
Assistência de Figurinos: Inês Galveias
Operação e Montagem Técnica – Hugo Valter Moutinho, Júlia de Luca
Apoio à Montagem Técnica: Fernando Pelinhas
Registo Voz Off: Hugo Valter Moutinho, Joel Azevedo
Registo Música e Pós-produção: Doc Rossi, Gravado nos estúdios New Bag End Studio
Direcção de Produção: Inês Leite
Fotografia de Cena: Pedro ferreira
Frente-de-Casa: Inês Leite, Nádia Pinheiro, Pedro Ferreira
Design Gráfico: Augusto Pires/Makeup Design
Estrutura Financiada por: República Portuguesa – Cultura / Direção-Geral das Artes
Apoios e Parcerias: CM Arraiolos, TMSM,TNSJ, Moagem Ceres S.A., Makeup Design, AJHLP, Maison de Portugal André de Gouveia CIUP.
Sinopse:
“Nós, as velhas, vimos através das paredes. Onde vais de noite, quando te levantas?” Pôncia a Carcereira? Governanta da Casa Alba, tão antiga como as suas paredes, a sua vida funde-se, e confunde-se, com a dos próprios patrões. Pôncia é uma das personagens principais desta, da história que Federico García Lorca trouxe a público em 1935. Uma mãe viúva (Bernarda Alba), cinco filhas entre os dezanove e os quarenta anos, uma criada e Maria Josefa, anciã dada como demente e mãe de Bernarda, todas fechadas numa casa abastada, monástica mas abastada. Ainda se escutam os sinos da morte do Alba (António Maria Benavides) e já Bernarda Alba dá a sentença do luto a quem ali vive: “Nos oito anos que vai durar o luto não entrará nesta casa o vento da rua. Viveremos emparedadas, como se tivéssemos entaipado as portas e as janelas com tijolo. Assim aconteceu em casa de meu pai e em casa de meu avô.” A partir daqui tudo se desenrola, estas mulheres, parte delas na força da vida, na força do corpo, sob o jugo da mãe e da sua pena. La Pôncia é a grande testemunha, será também carcereira e encarcerada. É de certo uma das personagens fortes desta peça e de toda a literatura de Lorca. Sobre ela nos debruçaremos, sob o seu olhar visitaremos esta casa.
A Nossa Praça [2025]




FICHA ARTÍSTICA E TÉCNICA:
Texto e Encenação: Inês Leite
Direção Musical: Joana Godinho
Desenho de Luz: Fábio Faúlha
Interpretação: Inês Leite, Joana Godinho e Comunidade do Concelho de Arraiolos: Adelina Dedeiras, Ana Martins, António Saragoça, Balbina Lapa, Benedita Figueiredo, Benjamim Vidal, Felicidade Cara-Linda, João Estorninho, Luís Almeida, Maria da Conceição Dedeiras,
Maria Jerónima Direitinho, Maria José Pontes, Mariana Fidalgo, Paula Rosa, Rosalina Santos, Rúben Faúlha, Solange Vidal
Coprodução: TEatroensaio / CM Arraiolos
O TEatroensaio é uma estrutura financiada pela República Portuguesa – Cultura / Direção-Geral das Artes
Apoios / Parcerias do TEatroensaio: CM Arraiolos / TMSM / Moagem CERES S. A./ AJHLP / Maison de Portugal André de Gouveia CIUP/ APELGA / ESAG / Makeup Design, TNSJ.
SINOPSE:
Manuel da Fonseca escreveu que “A Praça era o centro do mundo” e de facto, em Arraiolos, a praça é esse centro, lugar de pertença e de fala, lugar onde se trabalha, onde se faz lei e festa, onde se conversa, se namora, se brinca, se vive!
É o lugar de encontro onde nos situamos, no tempo e no espaço, fazendo casa das memórias e dos desejos, tempos que foram e que virão, enquanto ela nos serve de testemunho.
… me Confesso [2025]




FICHA ARTÍSTICA E TÉCNICA:
Texto e Encenação: Pedro Estorninho
Desenho de Luz, Som e Vídeo: Hugo Valter Moutinho
Figurinos: Inês Galveias
Interpretação: Márcia Gomes
Voz Off: Inês Leite, Pedro Estorninho
Direção de Produção: Inês Leite
Comunicação e Fotografia de Cena: Pedro Ferreira
Design Gráfico: Augusto Pires / Makeup Design
Estrutura Financiada por: República Portuguesa – Cultura / Direção-Geral das Artes
Apoios e Parcerias: CM Arraiolos, TMSM,TNSJ, Moagem Ceres S.A., Makeup Design, AJHLP, Maison de Portugal André de Gouveia CIUP.
Sinopse:
Um monólogo para uma mulher. Uma mulher que se crê Santa, que julga ter sido iluminada com dons de bondade e espiritualidade únicos e que se encontra com o seu público. Convidamos cada um a questionar o lugar da crença e da espiritualidade, nestes dias de dúvida em que nos embatemos com uma enorme crise de valores. Este espetáculo é uma comédia que explora as difusas fronteiras entre realidade e ficção, entre a crença e a pertença, para nos olharmos bem fundo nos olhos em busca do que nos torna humanos, a capacidade de questionar o destino.
